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06 fevereiro 2010

O Sábio e o Escorpião

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Certa vez, na Índia, um sábio passeava, com seu discípulo, à margem do rio Ganges, quando viu um escorpião que se afogava. Ele, então, correu e, com a mão, retirou o animalzinho e o trouxe à terra firme. Naquele instante, o escorpião o picou. Dizem que é uma dor terrível. A mão do sábio inchou. Assim que ele o colocou no chão, pacientemente, o escorpião voltou para a água. E ele, com a mão já inchada e aquelas dores violentas, vai e o retira novamente, e o discípulo a observar. Na terceira vez que ele traz o escorpião, já com a mão bastante inchada e as dores violentas, ele o põe mais distante em terra. Aí, o discípulo, já não suportando mais aquilo, diz: “Mestre, eu não estou entendendo. Este animal… é a terceira vez que o senhor vai retirá-lo da água e ele pica sua mão dessa maneira. O senhor deve estar sofrendo dores horríveis.” E ele, com a fisionomia plácida das almas que conhecem o segredo do bem, daqueles que já realmente conquistaram um território de amor e de renúncia no coração, que têm a visão das verdades celestes, vira-se para o discípulo e diz: “Meu filho, por enquanto a natureza dele é de picar, mas a minha é de salvar!”
Publicado por Bispo Edir Macedo
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Palavra de Honra


A honra do honrado está no cumprimento da sua palavra.
Há alguns anos, e durante décadas, os negócios não eram feitos mediante assinaturas, cartórios e testemunhas, mas, sim, sobre a palavra de honra. Um fio de bigode era suficiente para garantir a palavra empenhada.
A expressão “fio do bigode” pode ter surgido entre os germânicos. Era comum nos seus juramentos: “bi Gott” ou “por Deus”.
Os tempos mudaram. E muito. Não porque as mulheres também entraram no mercado de trabalho e o bigode se tornou obsoleto. Mas o fato é que o fio do bigode deu lugar a contratos assinados em cartórios, rubricas, carimbos e tudo o mais. Diante disso, a palavra de honra foi caindo no descrédito. E o pior: a honra também.
Mas, os poucos honrados ainda se mantêm defendendo suas origens. O autêntico cristianismo nada mais é do que a prática da Palavra do Criador. Ou seja, assume-se Seu caráter, independentemente da religião. Por conta disso, o bom nome vale mais do que as muitas riquezas… ( Provérbios 22.1 )
Essa é a fé dos que realmente são de Deus.
Publicado por Bispo Edir Macedo

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