03 fevereiro 2010

Dois homens, ambos gravemente doentes, estavam no mesmo quarto de hospital. Um deles, podia sentar-se na sua cama durante uma hora, todas as tardes, para que os fluidos circulassem nos seus pulmões.

A sua cama estava junto da única janela do quarto. O outro homem tinha de ficar sempre deitado de costas. Os homens conversavam horas a fio. Falavam das suas mulheres e famílias, das suas casas, dos seus empregos, onde tinham passado as férias... E todas as tardes, quando o homem da cama perto da janela se sentava, ele passava o tempo a descrever ao seu companheiro de quarto, todas as coisas que ele conseguia ver do lado de fora da janela.

O homem da cama do lado começou a viver à espera desses períodos de uma hora, em que o seu mundo era alargado e animado por toda a atividade e cor do mundo do lado de fora da janela. A janela dava para um parque com um lindo lago. Patos e cisnes chapinhavam na água enquanto as crianças brincavam com os seus barquinhos.

Jovens namorados caminhavam de braços dados por entre as flores de todas as cores do arco-íris. Árvores velhas e enormes acariciavam a paisagem, e uma tênue vista da silhueta da cidade podia ser vista no horizonte.

Enquanto o homem da cama perto da janela descrevia isto tudo com extraordinário pormenor, o homem no outro lado do quarto fechava os seus olhos e imaginava a pitoresca cena.

Um dia, o homem perto da janela descreveu um desfile que ia a passar. Embora o outro homem não conseguisse ouvir a banda, ele conseguia vê-la e ouvi-la na sua mente, enquanto o outro senhor a refratava através de palavras bastante descritivas.

Dias e semanas passaram. Uma manhã, a enfermeira chegou ao quarto trazendo água para os seus banhos, e encontrou o corpo sem vida do homem perto da janela, que tinha falecido calmamente enquanto dormia. Ela ficou muito triste e chamou os funcionários do hospital para que levassem o corpo.

Logo que lhe pareceu apropriado, o outro homem perguntou se podia ser colocado na cama perto da janela. A enfermeira disse logo que sim e fez a troca. Depois de se certificar de que o homem estava bem instalado, a enfermeira deixou o quarto.

Lentamente, e cheio de dores, o homem ergueu-se, apoiado no cotovelo, para contemplar o mundo lá fora. Fez um grande esforço e lentamente olhou para o lado de fora da janela... que dava, afinal, para uma parede de tijolo!

O homem perguntou à enfermeira o que teria feito com que o seu falecido companheiro de quarto, lhe tivesse descrito coisas tão maravilhosas do lado de fora da janela. A enfermeira respondeu que o homem era cego e nem sequer conseguia ver a parede. "Talvez ele quisesse apenas dar-lhe coragem...".

Somente aqueles que dependem de Deus, terão olhos espirituais para enxergar o invisível.


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Quando você foi chamado, você disse "Eis-me-aqui Senhor". Você quis fazer algo a mais para Deus, portanto, agora você é uma obreira (o)!
Você sempre faz o melhor que pode e tudo faz com amor e alegria!

O seu trabalho te exigiu um pouco mais e você não pode ficar mais na Igreja tanto tempo como antes.
Você começa a reclamar e a falar daqueles que poderiam estar lá ajudando e não estão.
De tanto pensar e a falar sobre isso, até aqueles que estavam ajudando e não puderam terminar o trabalho, você acaba pensando mal.
Ai gente, é muito ruim ouvir isso. Eu ouvi.

Não vou negar, já tive esses pensamentos. Um exemplo, de quando eu limpava a Igreja e ficava uns lá atrás sentados. Eu ficava brava. Até que Deus falou comigo assim:
"Luana, você está fazendo isso pra quem? Cada um terá a sua recompensa, continue fazendo o teu melhor!"

E é assim que penso hoje e queria deixar isso pra vocês.
Deus te chamou porque Ele conta com você, basta você deixar Ele te usar.

Não permitamos mais em nosso meio essas "fofoquinhas" isso gera intrigas, isso não é legal. Não olhe mais pra essas coisas. Vamos continuar a fazer nossa parte naquilo que Deus nos chamou, cada um terá a sua recompensa!
Eu quero ser obreira(o) aprovada(o), fazer as coisas por amor a Deus e a Sua Obra!

na certeza,

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