04 fevereiro 2010

Elas parecem ser iguais mais são totalmente diferentes. Você as ouve o tempo todo, desde a hora em que acorda até quando vai dormir. Uma é mais barulhenta que o outra e ambas te dizem o que fazer. No entanto, é você quem decide a qual das duass vai dar ouvidos.

Duas vozes, uma cabeça.

A maioria das pessoas ouve a voz mais alta. Aquela reforçada, que muitas vezes parece estar gritando com você. É mais fácil ouvir a esta voz porque ela faz mais sentido. Ela normalmente está ligada a como você se sente, ao passado e a medos que você tem sentido.

Por que eu deveria perdoá-la se ela nunca se arrependeu do que fez? Por que eu deveria me humilhar para alguém que nunca mereceu meu respeito? Por que eu deveria confiar se todo mundo me desaponta de alguma forma?

Estas voz alta faz muito sentido, especialmente para a nossa natureza humana que é altamente atraída pelo que não é bom. Você pode ouvir essa voz em qualquer lugar a qualquer momento. Ela é clara demais para não ser ouvida. E ela te atormenta enquanto finge estar te fazendo um favor. Ela tem mais vantagens sobre a outra voz, mas é a ela que você deveria ignorar constantemente. Os que ouvem a essa voz, fazem o que querem, alcançam o que querem e, ainda assim, nunca estão contentes com o que conseguiram.


A gentil outra voz, no entanto, também fala o tempo todo, mas é raramente escutada. E quando você finalmente a ouve, ela não faz muito sentido. Ela te pede para ir contra tudo que você é, tudo que você aprendeu, e tudo que você sente. Ela nunca é prejudicial, mas, mesmo assim, seu ego se sente atacado. Ela é sempre delicada, suave e bastante elegante, eu diria. Os que a ouvem não fazem o que querem e acabam conseguindo todo que jamais pensaram conseguir. A desculpa do "bom demais para ser verdade" não é aplicável.

O segredo não mudou. É o mesmo há milhares de anos. Ouça a voz certa, com a qual você poderá tomar a decisão certa e ter o que você deve ter: uma vida.
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