06 fevereiro 2010

JESUS APROVARIA O JOGO DE BARALHO-  Meditemos se Jesus aprovaria o jogo de cartas; se Ele convidaria os Doze para um carteado, com a desculpa de que ninguém é de ferro.

A resposta é não, não aprovaria.

As cartas de baralho estão ligadas ao ocultismo. Veja-se o caso da cartomancia – adivinhação por meio de baralho. A cigana prevê o futuro através das cartas. Observem uma das possíveis origens do baralho:


“Se, por um lado, não há consenso a respeito destas datas, por um outro lado não há muita dúvida sobre o passado religioso ou adivinhatório das cartas.

O antigo baralho indiano, por exemplo, tinha dez naipes, cada um representando uma das dez encarnações da entidade Vishnu. Essa ligação com o sobrenatural também fica clara quando surgem alguns dados históricos.

Catherine P. Hargrave, que em 1930 publicou sua História do Jogo de Cartas, diz que no século XIV, os soldados sarracenos introduziram no sul da Itália um jogo de baralho chamado "naib" - que em hebreu quer dizer "feitiçaria" - e que pode também ter sido a origem da palavra "naipe" em português e espanhol’.

De um site esotérico, copiei o seguinte: “Pouca gente sabe, mas o baralho comum utilizado para jogos como canastra, bridge, buraco, truco e tantos outros se presta também à prática divinatória, conhecida como cartomancia”.

Portanto, as cartas de baralho são instrumentos usados pelo diabo para o trabalho de adivinhação.

Por todo o tempo, enquanto jogamos, estamos tentando adivinhar o jogo do parceiro; derrubar o adversário de qualquer modo, ainda que com a mentira, o embuste, o blefe, a dissimulação.


E quando o jogo envolve pessoas ímpias, pior ainda. Cristãos e ímpios não devem ter qual tipo de íntima comunhão. No jogo, se estabelece uma cumplicidade com o parceiro, pois um jamais revela o “roubo” do outro. A Bíblia adverte:

“Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas” (2 Co 6.14).

Não tenho dúvida de que o jogo de baralho e a respectiva escravidão que ele produz fazem parte das “obras da carne”. Mas

“os que são de Cristo crucificaram a carne com as suas paixões e concupiscências” (Gl 5.24).


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